segunda-feira, 3 de agosto de 2009


Talvez eu seja romântica demais, sonhadora demais... Talvez eu ame demais.
Mas, como não amar alguém como ele?
Esse é o começo da nossa história, e ela começa assim...
"Em junho de 2008, minha consciência tinha várias vozes. Em forma de pessoas, eu ouvia que devia dar uma oportunidade a um talentoso menino 'apaixonado'. Que eu só tinha a ganhar se começasse a me envolver com o garoto mais engraçado do meu antigo trabalho. Me diziam que eu seria muito feliz ficando com alguém 'família'.
Um julho de 2008, pude reparar com a pele que tudo aquilo que a consciência me mostrava era verdade e tomei essa decisão por mim, porque estava afim. E verdades sejam ditas, era bem melhor ao vivo do que em fantasia. Em um estacionamento de uma lanchonete fast-food, dentro do Voyage dele, ouvindo Rancore no rádio, quando aconteceu nosso primeiro beijo. Sempre fui meio boba para essas coisas, e na hora senti o rosto queimar. Não sabia como me portar, onde colocar as mãos nem o que falar. Para mim, era como se o conhecesse a séculos, e de fato conhecia. Mas, nunca imaginei que fosse conhecê-lo também daquele jeito. Foi assim que vimos uma batida de carro de camarote, e que tomamos milk-shakes.
Passada a semana, vimos três pores-do-sol em um parque na Zona Norte (foto). Estávamos deitados na grama e contávamos as estrelas. Para mim, não havia mais ninguém lá, só eu, ele, as árvores e aquele cheiro de... Cheiro de meu amor, que até hoje eu atribuo como o melhor cheiro do mundo: o cheiro da pele dele. E o tempo era caprichoso e voava e o frio tentava nos expulsar daquele nosso morrinho. Mas, para nós, nada se movia e nós não queríamos ir embora!
E eu estava me apaixonando e nem fazia ideia disso...

"
Ouça-me, acredite, liberte sua paixão, não tema viver..." - o som do rádio daquele dia, Rancore // M.E.I.


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