quinta-feira, 6 de agosto de 2009


E essa foto ao lado foi tirada no dia do aniversário dele. (21/10/08)
Coisas que a vida vai me mostrando, e eu vou captando.

Continuando nossa história...

Como a gente se recusa a ser feliz; mesmo tendo a felicidade batendo à porta, eu demorei um pouco para notar que eu tinha encontrado o homem da minha vida.
Em agosto de 2008 fui até o shopping em que trabalhava bem no dia da minha folga. Era um domingo. Só pra ficar com ele. Foi nesse dia, que percebi alguns fatos marcantes do início: São Paulo não tem estrelas e nem tampouco o Voyage tem teto solar. Também notamos juntos que não havia Coca-Cola no parque do nosso morrinho (aquele do post anterior). Mas, depois de algum tempo esse último fato foi alterado.
Enfim, na semana seguinte, depois de uma noite de risadas e momentos inusitados, veio a minha pergunta: - estamos namorando, por acaso? - eu perguntei com jeito de quem não fazia ideia, mas já sabia a resposta. E sem surpresa nenhuma, veio a resposta: - mas é claro! Por mim estamos namorando já tem até um tempinho. - e eu estava nas nuvens, quase alcançando as estrelas, tão invisíveis daqui debaixo, em São Paulo...

E a gente se tornou muito mais que namorados, nos tornamos inseparáveis! Trabalhávamos na mesma loja, o que era muito bom, pois a coisa dolorida chamada 'saudade' não nos alcançava. E tínhamos nosso quadradinho amarelo no estacionamento onde sempre ficava metade na sombra, pra ele, e metade no sol, pra mim. Até nisso a gente encontrava harmonia.
E foram se passando os dias, os meses, passou o Natal, e o Ano Novo e nosso amor não esfriava, diferente disso, só aumentava. Em dezembro de 2008, nós já não nos víamos todos os dias, e foi ai que eu comecei a lidar com a saudade. No começo, era até fácil pra mim, mas com o passar do tempo, isso foi ficando mais difícil, se misturando com o ciúme que sentia de todos que podiam ficar perto dele; com ele. E eu me tornei uma pessoa... Desesperada.
Mas, graças a Deus, não há nada nessa vida em que a gente não se acostume. Com o passar do tempo, eu fui ficando mais flexível, embora a saudade me machuque até hoje...

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Faltam 4 dias.

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