quinta-feira, 18 de março de 2010

Sim, agora eu entendo a graça de morar sozinho.
Afinal, pra que depender de pessoas que não estão dispostas nem a fazer um simples favor, por amor?
Sozinha, eu e Deus, me daria muito melhor. E o melhor: Não me frustraria com pessoas que não vêem nada além daquela flunfa azeda, moradora permanente do seu próprio umbigo.

Metas 2011?
Ser só eu e quem mais quiser andar comigo, fim.

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